Na frente de quem decide, a imagem chega primeiro. No trabalho, a base vem antes, para que a porta que a imagem abre leve a algum lugar.
O caso muda, a mecânica é a mesma: competência que não é percebida não conta.
Em um décimo de segundo olhando um rosto, já se formam impressões de competência e confiança.
A leitura de um segundo previu cerca de 70% das eleições para o Senado americano em 2004.
O que você entrega, e com que prova.
A posição: oferta, prova, cliente prioritário.
O que você diz, mostra e faz conta a mesma história?
O que a marca promete é o que o cliente vive?
A distância aparece nos convites, nas propostas, nas escolhas.
O que o outro vê antes de você falar.
Os pontos de contato, do site às pessoas.
Posicionamento não termina no slogan. Termina no que o cliente vive.
Convites
Indicações
Propostas pedidas
Concorrências
Menções de terceiros
Buscas pelo nome
Elogio não é escolha.